terça-feira, 26 de dezembro de 2023
quarta-feira, 29 de novembro de 2023
Voltamos?
Voltamos ao nosso quarto? Eu voltei, depois de uma longa ausência. Voltei porque algo me trouxe para cá, mas não sei explicar o quê. Li-me e, principalmente, li-te e... parece q o tempo não passou, todo o meu corpo estremeceu, as minhas mãos procuram, ainda em vão, os teus seios, a minha boca quer saciar-se com a tua, quero beijar cada poro do teu corpo, morder-te, perguntar-te com raiva porque estamos tão longe. Quero trazer-te para mim, outra vez, uma vez diferente, eu sei, mas todo eu chamo por ti. Não vou falar do imenso desejo que me consome, da vontade de voltar a beijar essas mamas redondas, lindas, de me deixar apertar por essas coxas, duas colunas onde quero aportar e ficar amarrado. Mas também creio que veio à tona aquele amor que eu sentia por ti, querida T. É tudo uma amálgama de emoções, de desejos, de expectativas. Virás?! Dirás alguma coisa?!
Quero-te, T, como quis ontem e como vou querer amanhã.
terça-feira, 28 de novembro de 2023
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Vem, meu amor...
Vem, meu amor, meu amor, vem, não suporto mais este desejo que me mata, que me enlouquece antes de me matar, vem, meu amor, deita-te para mim, recebe-me dentro de ti e ri e chora comigo e grita e enlouquece tu também, comigo, ai T, vem, meu amor..
Vem, meu amor...
Vem, meu amor...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
Que saudades, meu amor!
E, meu amor, será que posso ver as tuas mamas lindas, como estão agora? Num pequeno vídeo, lembras-te?
Ai, querida T, amo-te desde há muito e nunca deixarei de te amar, mas agora só quero foder-te, enterrar-me todo dentro de ti e... tu sabes, quero explodir contigo, meu amor.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Ai, meu amor... quanto te desejo!
Vi há dias, meu amor, a tua foto em vestido azul e esses olhos e esse sorriso só teu deixaram-me preso, ansioso, desejoso de ti.
E hoje... hoje mandaste-me duas fotos (são só minhas?) com a tua pele morena dentro de um vestido branco e assim que vi a primeira... não imaginas como o meu coração disparou, como o meu sexo teve uma erecção instantânea, como fiquei a tremer de desejo, de tesão por ti.
Só quero beijar a tua boca, despir-te esse vestido e beijar as tuas maminhas, chupar-lhe os biquinhos... beijar e lamber o teu ventre e depois... depois descer até ao mais íntimo de ti e beijar-te, beber-te até te vires na minha boca... Meto o teu sexo todo, a tua coninha toda toda dentro da minha boca e chupo-a, lambo-a e mamo-a toda até te vires na minha boca, não quero outra coisa, neste momento, não anseio por mais nada...
E já te direi, logo, como deixo à porta do quarto a sensatez e, vendo essas tuas fotos e imaginando as tuas maminhas (tanto que as quero ver, tanto...) vou masturbar-me, bater uma punheta para ti, meu amor... Dir-te-ei por mensagem esses passos que revelam o desejo, a tesão, mas também o imenso amor que sinto por ti.
Minha T... amo-te!
quinta-feira, 3 de março de 2016
Escuta-me, meu amor...
Escuta-me, meu amor: quero que te masturbes para mim, outra vez. Fico aqui sentado a ver-te, a ver a tua boca entreaberta de desejo, de tesão, a ver os teus olhos semi-cerrados a olharem para mim, gulosos de mim. Fico a ver as tuas maminhas duras com essa tesão, os biquinhos espetados à espera de serem acariciados. Fico aqui sentado a ver as tuas mãos, uma à solta pelo teu corpo, outra dedicada à tua coninha, escuta meu amor, quero que te masturbes para mim, outra vez...
E depois, eu irei ter contigo..
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Desejei-te tanto, ontem à noite, meu amor...
...que me doía a alma por estar longe de ti, por não estar agarrado a ti como queria e quero, que me doía a alma pela injustiça que é não estarmos nós abraçados, um dentro do outro, eu dentro de ti, tu dentro de mim, fisicamente. Porque estamos, mas não como eu gostava, tu dirás se também gostavas...
Deu-me uma tesão repentina, um desejo por ti e só queria deitar-me nas tuas costas, entalar os meu caralho nas tuas nalguinhas redondas e firmes, esfregar-me em ti, beijar-te os ombros, morder-te. Só queria pedir-te (a medo) que guiasses o meu caralho para esse sítio íntimo, o mais íntimo entre todos, nem que fosse só encostá-lo lá, pressionar um pouco e, se tu permitisses... Queria a tua língua na minha boca, queria chupá-la, queria sentir a tua saliva a escorrer para dentro da minha boca e bebê-la... Ai, amor... ai amor...
Tu deste por tudo, tu sabes como me masturbei, embora não saibas este pormenor de querer foder-te um pouco no cuzinho, a medo, não sei se queres, mas eu quase dava em doido e esporrei-me com uma intensidade a que só chego contigo e por ti... Bati uma punheta daquelas que derrubam, que me levam às estrelas e por lá fico durante tempos... Só tu, meu amor, minha mulher, me levas aonde fui...
E disse e digo, oxalá possa um dia misturar os meus olhos com os teus, ter o teu sorriso na minha boca, segurar na tua mão e beijá-la... Amo-te.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Uma flor...
Não é preciso que os "fazedores" de dias que têm como missão principal, vender, digam que hoje é dia dos namorados, para que eu saiba que tu és a minha namorada. Aliás, nem sequer és, somente, a minha namorada. És também a minha amante e a minha mulher. És o meu sol como se pode ver nesse malmequer, é para ti que sou girassol
Mas deixo aqui esta flor, porque ela é toda alentejana, como eu sou, como tu és e porque as tvs não se calam com o dia dos namorados... :)
De resto, meu amor, espero que tu saibas o quanto e o como eu te amo, porque eu não sou capaz de o dizer.. Não há unidade de medida, o tio Einstein esqueceu-de desta parte do Universo. No entanto, acho que sei o quanto te desejo, o desejo é, parece-me, mais fácil de medir!
Amo-te, minha T, minha mulher, minha namorada, não só hoje, mas todos os dias!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Sei, meu amor...
Sei, meu amor, que esta madrugada te masturbaste. Disseste-me também por mensagem que tinha sido o nosso último post a levar-te a uma tesão tal que não resististe. E, num lugar só teu e íntimo, masturbaste-te. E eu, depois de te ter lido, não resisti, já o sabes e bati uma punheta tão intensa como aquela que descrevi em baixo, talvez mais intensa, até, pois imaginei-te só, numa penumbra de sossego. Imaginei-te com os olhos fechados, imaginei as tuas mãos a apertarem essas maminhas que (repito) são a minha perdição, imaginei a tua mão direita a dirigir-se à tua coninha, já húmida... Imaginei e vi, juro que vi, os teus dedos dentro dela, molhados, vi-te a apertar o grelinho teso, duro, grande, vi os teus dedos a foderem a tua cona enquanto a mão esquerda apertava os mamilos grandes e duros, excitados de tesão... Ouvi os teus sussurros, ouvi que chamavas por mim, ouvi o meu nome na tua boca e vi-te a chupar os dedos molhados do teu mel... Senti a tua respiração a acelerar, vi o teu corpo todo a retesar-se com o desejo de foderes comigo, com a paixão que tens por mim e vi os espasmos que, uns atrás dos outros, me mostravam até que ponto te vieste, a intensidade com que te vieste para mim... Vi, finalmente, o teu corpo a relaxar, a respiração a voltar a pouco e pouco ao normal, uma última chupadela nos dedos, o cheiro a foda que se desprende de nós, de mim e de ti... O regresso ao sono, depois de um suspiro... Tudo isso vi mais que imaginei, enquanto eu próprio me masturbava, enquanto eu próprio tocava uma punheta sob uma tesão que até me fazia doer o caralho, tu pões-me louco de desejo, para lá do amor que sinto por ti!
E agora, meu amor, diz-me: aquilo que vi está muito longe da realidade? Diz-me aqui, ou diz-me nas nossas msgs, se te vieste como eu vi, se disseste o meu nome como eu ouvi, se os espasmos no momento do orgasmo foram tantos e tão intensos como eu vi. Onde foi? Num sofá de uma sala, na casa de banho? Meteste os dedos dentro da coninha, ou bastou no clitóris, no grelinho? Diz-me, meu amor, aqui ou ali no nosso outro sítio de msgs, como estavam as tuas maminhas, quão duros estavam os biquinhos delas, diz-me se as apertaste como eu vi... Amor, preciso de as ver... tu sabes... preciso... Preciso de te ver, mas mais que tudo, preciso de as ver... Tu sabes o que te estou a pedir...
Amo-te... e ao escrever-te, o meu desejo por ti não tem medida, é infinito e esse desejo infinito leva consigo, lado a lado, o amor que tenho por ti!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Esta madrugada...
Eram 3 da madrugada e eu, com uma insónia que não é habitual, sentei-me na cama a ler. E li até às 5 horas, mais ou menos. Apaguei a luz e deitei-me, convencido que ia dormir, por fim. Segundos depois, ainda desperto, senti o meu telefone a vibrar na mesinha de cabeceira. Soube imediatamente que tinhas que ser tu, mais nenhum dos contactos me ia escrever àquela hora.
E foi assim, deixa-me recordar contigo, meu amor:
Escreveste-me msgs a dizer que tinhas lido o nosso blog e que amaste o que leste. E trocámos mais umas msgs que não vale a pena repetir aqui, nós sabemos o que dissemos e sentimos. Mas, ao sentir-te assim tão perto de mim, àquela hora tão íntima e no calor da minha cama e ao ler as tuas palavras de amor... minha querida T, o meu/teu caralho deu um salto de tesão, foi instantâneo, amor, não podia ser de outro modo. Lia as tuas msg uma e outra vez e olhava para as tuas fotos que tenho no telefone antigo (lembras-te? a qualidade não é a dos smartphones actuais, mas é o que tenho e adoro o que tenho, lembras-te dessas fotos, meu amor?) e enquanto te lia e te olhava, acariciava o meu caralho, masturbava-me, devagar primeiro, e depois num ritmo de punheta verdadeira, bati uma punheta às 5 e pouco da manhã, para ti, meu amor, e foi para ti e contigo dentro de mim, que me esporrei num desatino completo, fiquei absorto com a maneira como me vim, com a intensidade com que me esporrei, meu amor... Não acreditaria, se fosse contado. Mas foi vivido e foi vivido contigo, meu amor.
Lamentaste não me poderes acompanhar, nessas msgs... Não lamentes, meu amor, eu compreendo as tuas circunstâncias actuais, mas basta-me saber que desfrutas do nosso blog, basta-me saber que estás comigo, como me disseste, basta-me saber, acima de tudo, que continuas apaixonada por mim... Quero-te e amo-te assim, como te é possível hoje em dia, o futuro a Deus pertence...
Beijo-te., meu amor e sinto falta de ti de cada vez que inspiro ar e de cada vez que uma imagem passa diante dos meus olhos. Porque ar e imagens tudo és tu!
Amo-te, minha querida T.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Quero amar-te, quero foder-te, meu amor...
Meu amor, o meu desejo por ti, aliado ao amor que por ti sinto, é o motor que me faz seguir em frente e tu, o farol que me guia. É na tua direcção que caminho, em cada passo que dou, na direcção do teu corpo.
Quero fazer amor contigo, quero beijar a tua boca, acariciar o teu corpo, embebedar-me com o teu perfume, misturar o meu corpo com o teu, até não sermos dois, sermos só um. E quero foder-te, meu amor, quero as tuas maminhas (meu Deus, como anseio por elas, como estarão elas, agora? Lindas, de certeza...) Quero a minha boca nos biquinhos dessas mamas lindas, quero mordê-los, chupá-los... Quero passear a minha língua pela tua barriga, quero descer até ao teu sexo, até à tua coninha e beijá-la, lambê-la toda... E sabes o que mais quero, meu amor? Não te rias: quero meter a tua coninha toda, toda, toda, na minha boca, tê-la toda toda dentro da minha boca e mamá-la, chupá-la, meter a língua dentro dela... Toda, meu amor, toda toda dentro da minha boca, para poder beber todo o mel dela... Anda dentro da minha cabeça a tua cona toda dentro da minha boca e é com este anseio e desejo que me masturbo muitas e muitas vezes na minha cama, enquanto vejo o teu rosto nas fotos que tenho... Os teus olhos, o teu sorriso, a luz que me ilumina...
Quero deitar-me em cima de ti, meu amor, abraçar-te, enterrar o meu caralho todo, devagar, primeiro, dentro da tua coninha e depois, guiado por ti, acelerar, tornar-me eu e tornares-te tu um único redemoinho... meu amor, preciso de te amar, de te foder, de agarrar nas tuas coxas e lambê-las, lamber as tuas nalguinhas e deixar a minha língua tocar naquele "sítio" mais íntimo, assim como se fosse sem querer e sentir e conhecer a tua reacção a esse toque...
Desejo-te tanto, meu amor... Venho-me tantas vezes contigo, normalmente sabes quando isso acontece, não sabes, meu amor? Eu mando-te sinais, embora não tenha agora coragem de sr explícito nesses sinais. Quem sabe tu me dirás para dizer tudo, com todas as palavras, fazer lá uma extensão deste nosso blog...
Quero vir-me dentro de ti e sentir as tuas unhas nas minhas costas, a minha boca na tua e desmaiar em ti... Amo-te, minha querida T e desejo-te tanto quanto te amo...
Quero amar-te, quero foder-te, meu amor...
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Nem sei dizer como e quanto te amo...
Parece irracional, meu amor, este meu amor por ti (oxalá tu tenhas igual amor por mim).
Nem o tempo, nem as condições da vida de cada um de nós fazem esmorecer este amor, faz um de nós afastar-se do outro, ou esquecer o outro!
Amo-te, minha T... Amo-te para lá das coisas que estão à minha volta, para lá daquilo que eu sou e penso. Amo-te como se não houvesse mais ninguém ou, melhor dizendo, amo-te porque tu fazes com que eu não consiga amar mais ninguém...
Amo-te e o desejo é tão intenso e vivo como o amor, sorvo-te a cada golfada de ar que inspiro, bebo-te em cada gota de chuva, alimento contigo o meu desejo de ti, com os teus olhos, o teu sorriso, toda tu.
Amo-te, minha T.
Voltei aqui para te dizer todas as coisas que, afinal, não sei dizer, não sei transmitir-te mas que, espero, tu as saibas e as sintas. Voltei também para partilhar contigo os meus desejos, a nossa cama, a minha tesão, que é ícone do nosso blog. Mas dessa minha parte te contarei depois, espero que a aceites.
Um beijo de quem te ama sem saber dizer quanto nem como, tanto é o quanto, tão indescritível é o como...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Meu amor, que me provocaste...

Deixaste uma foto tua em cima da cama, sabias que eu ia chegar e vê-la, uma foto de ti, recostada no sofá, as maminhas de bicos espetados sob o transparente da tua lingerie, as coxas redondas, morenas, apetitosas, à vista de mim.
Mas foram essas maminhas que são a minha perdição que fez disparar em mim uma tesão indescritível, uma vontade de te amar e de te foder à bruta, de te morder toda, de te fazer gemer.
E foi o que fiz, mal entraste pela porta de casa, despi-te encostada à porta já fechada, puxei-te, nua, para a cama e apertei, chupei, mordi essas maminhas lindas, desculpa, amor, maogoei-te, bem sei, gemeste de dor, mas sei que não te magoei de mais.
E depois, endoidecido pela foto com que me provocaste, como se fosse para te castigar e tu gostaste, chupei-te a coninha toda, bebi-te o mel todo que tinhas dentro de ti, orgasmo atrás de orgasmo para dentro da minha boca, senti-te perdida, mas fui buscar-te, trouxe-te de volta com a minha boca na tua boca, abriste as pernas, levaste o meu caralho para dentro de ti e fodi-te com loucura, bruto como não é habitual ser, mordi-te os ombros, esporrei-me dentro de ti e tu recebeste a minha langonha e cravaste as unhas nas minhas costas, gemeste, por momentos não sei onde estive, não sei quem era, fui a um sítio qualquer que não sei dizer.
Mas sei dizer que te amo, minha T, sei dizer que te amo...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Vem depressa...
Vem depressa, meu amor! Estou à tua espera, no nosso quarto, a lareira já o aqueceu, tenho o vinho tinto de que gostas numa garrafa aberta, a cama só com os lençóis à vista.
Vem depressa, porque anseio por ti, por te foder, todo o dia o desejo de ti, a tesão, me tem consumido, o teu pau, este caralho que se vai enterrar em ti, até me dói, com tanta ânsia de estar em ti.
Vem depressa, meu amor, quero morder esses biquinhos duros e espetados, desafiadores, quero mamar as tuas maminhas redondas, lindas, tão bem feitas que elas são...
Vem depressa, meu amor, quero enterrar a minha boca nessa coninha linda, chupá-la até te vires uma e outra vez e engolir, de ti, todo o mel em que te desfazes...
Vem depressa, meu amor, não te demores, quero-te de quatro na cama, quero ver essas nalguinhas redondas a desafiarem-me e depois, ai, meu amor, vem depressa, por favor, depois quero enterrá-lo nessa coninha apertada, e nela foder com carinho, com tesão, até tu e eu nos virmos numa dança, eu vou ser o mar a desmaiar em cima de ti, tu vais ser a praia que me recebe e me abraças e me levas contigo para onde fores...
Vem depresaa, meu amor, enquanto te escrevo, toco-me, masturbo-me, esfrego o meu caralho com a mão direita, olha esta cabeça vermelha e inchada com a tesão, com o desejo de ti, escorre dela o mel inicial que costumas levar à boca, na ponta dos dedos...
Masturbo-me, toco uma punheta e evito esporrar-me, porque quero dar-te tudo, quero foder-te com toda a ansiedade, com tudo, com tudo...
Vem depressa, meu amor, não vejo a hora de chegares e de te abraçares a mim e de meteres a tua língua na minha boca para eu chupar, vem depressa, meu amor, vem depressa...
Há momentos únicos, e este que estou a viver e a escrever para ti, é um desses...
Marcas-me, tens-me, vem depressa, meu amor e vem foder-me até que a lareira se apague e os cobertores nos tapem... Não quero tomar banho depois, quero dormir assim contigo, com os nossos cheiros misturados, com aquilo que tiver que ser, com a minha esporra na tuas coxas, na tua cona, misturada com o mel que lá estava à espera de mim..
Vem depressa, meu amor, não sei estar mais tempo sem ti... Vem, sim? Não demores, minha T.
Vem depressa, porque anseio por ti, por te foder, todo o dia o desejo de ti, a tesão, me tem consumido, o teu pau, este caralho que se vai enterrar em ti, até me dói, com tanta ânsia de estar em ti.
Vem depressa, meu amor, quero morder esses biquinhos duros e espetados, desafiadores, quero mamar as tuas maminhas redondas, lindas, tão bem feitas que elas são...
Vem depressa, meu amor, quero enterrar a minha boca nessa coninha linda, chupá-la até te vires uma e outra vez e engolir, de ti, todo o mel em que te desfazes...
Vem depressa, meu amor, não te demores, quero-te de quatro na cama, quero ver essas nalguinhas redondas a desafiarem-me e depois, ai, meu amor, vem depressa, por favor, depois quero enterrá-lo nessa coninha apertada, e nela foder com carinho, com tesão, até tu e eu nos virmos numa dança, eu vou ser o mar a desmaiar em cima de ti, tu vais ser a praia que me recebe e me abraças e me levas contigo para onde fores...
Vem depresaa, meu amor, enquanto te escrevo, toco-me, masturbo-me, esfrego o meu caralho com a mão direita, olha esta cabeça vermelha e inchada com a tesão, com o desejo de ti, escorre dela o mel inicial que costumas levar à boca, na ponta dos dedos...
Masturbo-me, toco uma punheta e evito esporrar-me, porque quero dar-te tudo, quero foder-te com toda a ansiedade, com tudo, com tudo...
Vem depressa, meu amor, não vejo a hora de chegares e de te abraçares a mim e de meteres a tua língua na minha boca para eu chupar, vem depressa, meu amor, vem depressa...
Há momentos únicos, e este que estou a viver e a escrever para ti, é um desses...
Marcas-me, tens-me, vem depressa, meu amor e vem foder-me até que a lareira se apague e os cobertores nos tapem... Não quero tomar banho depois, quero dormir assim contigo, com os nossos cheiros misturados, com aquilo que tiver que ser, com a minha esporra na tuas coxas, na tua cona, misturada com o mel que lá estava à espera de mim..
Vem depressa, meu amor, não sei estar mais tempo sem ti... Vem, sim? Não demores, minha T.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Obrigado, meu amor!
Por não me teres deixado partir, por me teres levado contigo para a nossa cama, por me teres amado da maneira como amaste.
Obrigado, meu amor, pelo fervor com que, noite alta, fizemos amor, obrigado pela maneira como te abriste para que eu entrasse em ti, para que o meu caralho doído de tesão, se enterrasse na tua coninha encharcada e nela derramasse toda a esporra acumulada, depois de dias e dias sem te amar.
Obrigado, meu amor, pelas dentadas que me deste nos ombros, pela fúria com que me puxaste para dentro de ti.
A nossa foda foi como um relâmpago que chega de repente, mas nem por isso foi menos linda. Nem todas as nossas fodas têm que ter todos os acepipes, ontem não tivemos vagar senão para nos entregarmos um ao outro, num instante cheio de densidade, de fulgor, de tesão e desejo...
E o desejo continua cá, hoje, estou certo, vamos apreciar cada bocadinho de nós, eu os teus bocadinhos, tu, os meus!
Obrigado, meu amor, por me teres amado dessa maneira única.
Mas obrigado, principalmente, por me amares e por não teres permitido que eu abalasse!
PS: Feliz Dia dos Namorados, meu amor, minha mulher, minha amante, minha namorada!
Obrigado, meu amor, pelo fervor com que, noite alta, fizemos amor, obrigado pela maneira como te abriste para que eu entrasse em ti, para que o meu caralho doído de tesão, se enterrasse na tua coninha encharcada e nela derramasse toda a esporra acumulada, depois de dias e dias sem te amar.
Obrigado, meu amor, pelas dentadas que me deste nos ombros, pela fúria com que me puxaste para dentro de ti.
A nossa foda foi como um relâmpago que chega de repente, mas nem por isso foi menos linda. Nem todas as nossas fodas têm que ter todos os acepipes, ontem não tivemos vagar senão para nos entregarmos um ao outro, num instante cheio de densidade, de fulgor, de tesão e desejo...
E o desejo continua cá, hoje, estou certo, vamos apreciar cada bocadinho de nós, eu os teus bocadinhos, tu, os meus!
Obrigado, meu amor, por me teres amado dessa maneira única.
Mas obrigado, principalmente, por me amares e por não teres permitido que eu abalasse!
PS: Feliz Dia dos Namorados, meu amor, minha mulher, minha amante, minha namorada!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
O quarto...
Voltei para abrir a janela, bem aberta, de par em par. Entra, por ela dentro, este sol primaveril, mas frio, como frio me sinto eu.
Abri a janela para também, por ela, saírem os cheiros que cá deixei, os sons que aqui semeei, os sinais que fui abandonando aqui e ali.
As velas, as fotos, os lençóis, as toalhas, tudo vai para o lixo. Deixo cá, por enquanto deixo cá, os quadros que escrevi, pendurados na parede. Levo comigo, ao sair, a chave da porta. Se aumentar muito a dor de saber que o que escrevi ainda aqui está, voltarei para apagar tudo o que disse. Se o fizer, deixarei a chave em cima da cama nua.
Gostei de toda a gente que por aqui passou...
Abri a janela para também, por ela, saírem os cheiros que cá deixei, os sons que aqui semeei, os sinais que fui abandonando aqui e ali.
As velas, as fotos, os lençóis, as toalhas, tudo vai para o lixo. Deixo cá, por enquanto deixo cá, os quadros que escrevi, pendurados na parede. Levo comigo, ao sair, a chave da porta. Se aumentar muito a dor de saber que o que escrevi ainda aqui está, voltarei para apagar tudo o que disse. Se o fizer, deixarei a chave em cima da cama nua.
Gostei de toda a gente que por aqui passou...
sábado, 26 de dezembro de 2009
Maldades...
Não se cometem maldades assim desse modo que tu cometeste ontem à noite quando, vestida somente com um casaco vermelho de pai natal e um gorro a condizer, entraste no nosso quarto onde eu, concentrado, lia um dos últimos livros que comprei.
Não se entra assim, sem avisar, de casaco vermelho sobre pele morena, não se afasta o livro, não se empurra para trás, ainda que delicadamente, um pobre leitor à hora do serão...
Não se põe depois um joelho de cada lado da cara e não se leva uma coninha encharcada à boca de um pobre e desprevenido mortal e não se lhe pede "Lambe-me toda, faz-me vir, não imaginas a tesão que me deu, assim de repente..."
Não se fazem maldades destas, meu amor!
Não te vens duas vezes na minha boca inquieta, não te desces depois por mim abaixo e não me engoles o caralho entretanto comparsa das tuas maldades, sem que isso me provoque, não um ataque de coração, mas um ataque de tesão, que não é menos imponente, é só menos grave.
E depois que quase me fazeres esporrar na tua boca, depois de te deitares em cima de mim e de me tentares tapar também a mim na exiguidade do casaquinho vermelho, enterraste-te em mim e na fúria que trazias (de onde veio essa assim tão súbita tesão?!) fodeste-me loucamente e fizeste com que, loucamente, nos viéssemos os dois.
Ah! Época de boas comidas, de melhores doces e dessa única e sempre irrepetível foda que tu me dás e que de mim recebes...
Não se entra assim, sem avisar, de casaco vermelho sobre pele morena, não se afasta o livro, não se empurra para trás, ainda que delicadamente, um pobre leitor à hora do serão...
Não se põe depois um joelho de cada lado da cara e não se leva uma coninha encharcada à boca de um pobre e desprevenido mortal e não se lhe pede "Lambe-me toda, faz-me vir, não imaginas a tesão que me deu, assim de repente..."
Não se fazem maldades destas, meu amor!
Não te vens duas vezes na minha boca inquieta, não te desces depois por mim abaixo e não me engoles o caralho entretanto comparsa das tuas maldades, sem que isso me provoque, não um ataque de coração, mas um ataque de tesão, que não é menos imponente, é só menos grave.
E depois que quase me fazeres esporrar na tua boca, depois de te deitares em cima de mim e de me tentares tapar também a mim na exiguidade do casaquinho vermelho, enterraste-te em mim e na fúria que trazias (de onde veio essa assim tão súbita tesão?!) fodeste-me loucamente e fizeste com que, loucamente, nos viéssemos os dois.
Ah! Época de boas comidas, de melhores doces e dessa única e sempre irrepetível foda que tu me dás e que de mim recebes...
sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Morro de tesão por ti...
Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, quero lambuzar-te essas maminhas que me deixam à beira da loucura quando as chupo, traz o chantilly, vem depressa, quero desenhar um caminho pelo teu ventre abaixo que me leve direitinho à tua coninha e, uma vez lá, quero desenhar nela um lago de cor branca de neve e lambê-la toda até que a sofreguidão me obrigue a pintar o meu caralho também com o branco do chantilly e a deixar que o proves assim. E depois, meu amor, antes que desmaie de tesão e desejo de ti, deixa-me enterrá-lo nessa coninha encharcada de gozo e de tudo e sei que em pouco segundos nos vamos vir um para o outro, naquele momento em que não sabemos onde estamos, desconfio até que, às vezes, desmaiamos de puro êxtase e tesão...
Mas se uns segundos, logo, vão ser suficientes para me esporrar dentro de ti, tudo o que é meu e tudo o que é teu misturados com chantilly, sei que vão ser precisos minutos para voltar não sei bem de onde, para sair de dentro de ti, para que as tuas coxas se abram e desfaçam a tenaz com que me puxas para dentro de ti...
Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, não demores, meu amor, há momentos e desejos que não se podem deixar a voar por aí...
Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, não demores, meu amor!
Mas se uns segundos, logo, vão ser suficientes para me esporrar dentro de ti, tudo o que é meu e tudo o que é teu misturados com chantilly, sei que vão ser precisos minutos para voltar não sei bem de onde, para sair de dentro de ti, para que as tuas coxas se abram e desfaçam a tenaz com que me puxas para dentro de ti...
Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, não demores, meu amor, há momentos e desejos que não se podem deixar a voar por aí...
Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, não demores, meu amor!
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