quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Que saudades, meu amor!



Encontrámo-nos hoje, meu amor, desculpa, o meu desejo não me permite muito mais senão querer foder-te de imediato. Fui ao fundo do meu telefone e pus à vista as fotos que sabes que ainda tenho e sempre terei e fico louco com as tuas mamas, quero, morro por as meter na minha boca, por as mamar, por morder esses biquinhos grandes. Espero, meu amor, que neste momento eles estejam erectos, duros, com toda a tesão que eu também sinto. Estou a escrever e a tocar no meu caralho, ao mesmo tempo, não queria vir-me sem ti, será que mais logo... tu já me dirás, por msg onde sabemos. 
E, meu amor, será que posso ver as tuas mamas lindas, como estão agora? Num pequeno vídeo, lembras-te?
Ai, querida T, amo-te desde há muito e nunca deixarei de te amar, mas agora só quero foder-te, enterrar-me todo dentro de ti e... tu sabes, quero explodir contigo, meu amor.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Ai, meu amor... quanto te desejo!


Vi há dias, meu amor, a tua foto em vestido azul e esses olhos e esse sorriso só teu deixaram-me preso, ansioso, desejoso de ti.

E hoje... hoje mandaste-me duas fotos (são só minhas?) com a tua pele morena dentro de um vestido branco e assim que vi a primeira... não imaginas como o meu coração disparou, como o meu sexo teve uma erecção instantânea, como fiquei a tremer de desejo, de tesão por ti. 

Só quero beijar a tua boca, despir-te esse vestido e beijar as tuas maminhas, chupar-lhe os biquinhos... beijar e lamber o teu ventre e depois... depois descer até ao mais íntimo de ti e beijar-te, beber-te até te vires na minha boca... Meto o teu sexo todo, a tua coninha toda toda dentro da minha boca e chupo-a, lambo-a e mamo-a toda até te vires na minha boca, não quero outra coisa, neste momento, não anseio por mais nada...

E já te direi, logo, como deixo à porta do quarto a sensatez e, vendo essas tuas fotos e imaginando as tuas maminhas (tanto que as quero ver, tanto...) vou masturbar-me, bater uma punheta para ti, meu amor... Dir-te-ei por mensagem esses passos que revelam o desejo, a tesão, mas também o imenso amor que sinto por ti.

Minha T... amo-te!

quinta-feira, 3 de março de 2016

Escuta-me, meu amor...


Escuta-me, meu amor: quero que te masturbes para mim, outra vez. Fico aqui sentado a ver-te, a ver a tua boca entreaberta de desejo, de tesão, a ver os teus olhos semi-cerrados a olharem para mim, gulosos de mim. Fico a ver as tuas maminhas duras com essa tesão, os biquinhos espetados à espera de serem acariciados. Fico aqui sentado a ver as tuas mãos, uma à solta pelo teu corpo, outra dedicada à tua coninha, escuta meu amor, quero que te masturbes para mim, outra vez...

E depois, eu irei ter contigo..

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Desejei-te tanto, ontem à noite, meu amor...


...que me doía a alma por estar longe de ti, por não estar agarrado a ti como queria e quero, que me doía a alma pela injustiça que é não estarmos nós abraçados, um dentro do outro, eu dentro de ti, tu dentro de mim, fisicamente. Porque estamos, mas não como eu gostava, tu dirás se também gostavas...

Deu-me uma tesão repentina, um desejo por ti e só queria deitar-me nas tuas costas, entalar os meu caralho nas tuas nalguinhas redondas e firmes, esfregar-me em ti, beijar-te os ombros, morder-te. Só queria pedir-te (a medo) que guiasses o meu caralho para esse sítio íntimo, o mais íntimo entre todos, nem que fosse só encostá-lo lá, pressionar um pouco e, se tu permitisses... Queria a tua língua na minha boca, queria chupá-la, queria sentir a tua saliva a escorrer para dentro da minha boca e bebê-la... Ai, amor... ai amor...

Tu deste por tudo, tu sabes como me masturbei, embora não saibas este pormenor de querer foder-te um pouco no cuzinho, a medo, não sei se queres, mas eu quase dava em doido e esporrei-me com uma intensidade a que só chego contigo e por ti... Bati uma punheta daquelas que derrubam, que me levam às estrelas e por lá fico durante tempos... Só tu, meu amor, minha mulher, me levas aonde fui...

E disse e digo, oxalá possa um dia misturar os meus olhos com os teus, ter o teu sorriso na minha boca, segurar na tua mão e beijá-la... Amo-te.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Uma flor...


Não é preciso que os "fazedores" de dias que têm como missão principal, vender, digam que hoje é dia dos namorados, para que eu saiba que tu és a minha namorada. Aliás, nem sequer és, somente, a minha namorada. És também a minha amante e a minha mulher. És o meu sol como se pode ver nesse malmequer, é para ti que sou girassol

Mas deixo aqui esta flor, porque ela é toda alentejana, como eu sou, como tu és e porque as tvs não se calam com o dia dos namorados... :)

De resto, meu amor, espero que tu saibas o quanto e o como eu te amo, porque eu não sou capaz de o dizer.. Não há unidade de medida, o tio Einstein esqueceu-de desta parte do Universo. No entanto, acho que sei o quanto te desejo, o desejo é, parece-me, mais fácil de medir!

Amo-te, minha T, minha mulher, minha namorada, não só hoje, mas todos os dias!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Sei, meu amor...


Sei, meu amor, que esta madrugada te masturbaste. Disseste-me também por mensagem que tinha sido o nosso último post a levar-te a uma tesão tal que não resististe. E, num lugar só teu e íntimo, masturbaste-te. E eu, depois de te ter lido, não resisti, já o sabes e bati uma punheta tão intensa como aquela que descrevi em baixo, talvez mais intensa, até, pois imaginei-te só, numa penumbra de sossego. Imaginei-te com os olhos fechados, imaginei as tuas mãos a apertarem essas maminhas que (repito) são a minha perdição, imaginei a tua mão direita a dirigir-se à tua coninha, já húmida... Imaginei e vi, juro que vi, os teus dedos dentro dela, molhados, vi-te a apertar o grelinho teso, duro, grande, vi os teus dedos a foderem a tua cona enquanto a mão esquerda apertava os mamilos grandes e duros, excitados de tesão... Ouvi os teus sussurros, ouvi que chamavas por mim, ouvi o meu nome na tua boca e vi-te a chupar os dedos molhados do teu mel... Senti a tua respiração a acelerar, vi o teu corpo todo a retesar-se com o desejo de foderes comigo, com a paixão que tens por mim e vi os espasmos que, uns atrás dos outros, me mostravam até que ponto te vieste, a intensidade com que te vieste para mim... Vi, finalmente, o teu corpo a relaxar, a respiração a voltar a pouco e pouco ao normal, uma última chupadela nos dedos, o cheiro a foda que se desprende de nós, de mim e de ti... O regresso ao sono, depois de um suspiro... Tudo isso vi mais que imaginei, enquanto eu próprio me masturbava, enquanto eu próprio tocava uma punheta sob uma tesão que até me fazia doer o caralho, tu pões-me louco de desejo, para lá do amor que sinto por ti!

E agora, meu amor, diz-me: aquilo que vi está muito longe da realidade? Diz-me aqui, ou diz-me nas nossas msgs, se te vieste como eu vi, se disseste o meu nome como eu ouvi, se os espasmos no momento do orgasmo foram tantos e tão intensos como eu vi. Onde foi? Num sofá de uma sala, na casa de banho? Meteste os dedos dentro da coninha, ou bastou no clitóris, no grelinho? Diz-me, meu amor, aqui ou ali no nosso outro sítio de msgs, como estavam as tuas maminhas, quão duros estavam os biquinhos delas, diz-me se as apertaste como eu vi... Amor, preciso de as ver... tu sabes... preciso... Preciso de te ver, mas mais que tudo, preciso de as ver... Tu sabes o que te estou a pedir...

Amo-te... e ao escrever-te, o meu desejo por ti não tem medida, é infinito e esse desejo infinito leva consigo, lado a lado, o amor que tenho por ti!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Esta madrugada...


Eram 3 da madrugada e eu, com uma insónia que não é habitual, sentei-me na cama a ler. E li até às 5 horas, mais ou menos. Apaguei a luz e deitei-me, convencido que ia dormir, por fim. Segundos depois, ainda desperto, senti o meu telefone a vibrar na mesinha de cabeceira. Soube imediatamente que tinhas que ser tu, mais nenhum dos contactos me ia escrever àquela hora.

E foi assim, deixa-me recordar contigo, meu amor:

Escreveste-me msgs a dizer que tinhas lido o nosso blog e que amaste o que leste. E trocámos mais umas msgs que não vale a pena repetir aqui, nós sabemos o que dissemos e sentimos. Mas, ao sentir-te assim tão perto de mim, àquela hora tão íntima e no calor da minha cama e ao ler as tuas palavras de amor... minha querida T, o meu/teu caralho deu um salto de tesão, foi instantâneo, amor, não podia ser de outro modo. Lia as tuas msg uma e outra vez e olhava para as tuas fotos que tenho no telefone antigo (lembras-te? a qualidade não é a dos smartphones actuais, mas é o que tenho e adoro o que tenho, lembras-te dessas fotos, meu amor?) e enquanto te lia e te olhava, acariciava o meu caralho, masturbava-me, devagar primeiro, e depois num ritmo de punheta verdadeira, bati uma punheta às 5 e pouco da manhã, para ti, meu amor, e foi para ti e contigo dentro de mim, que me esporrei num desatino completo, fiquei absorto com a maneira como me vim, com a intensidade com que me esporrei, meu amor... Não acreditaria, se fosse contado. Mas foi vivido e foi vivido contigo, meu amor.

Lamentaste não me poderes acompanhar, nessas msgs... Não lamentes, meu amor, eu compreendo as tuas circunstâncias actuais, mas basta-me saber que desfrutas do nosso blog, basta-me saber que estás comigo, como me disseste, basta-me saber, acima de tudo, que continuas apaixonada por mim... Quero-te e amo-te assim, como te é possível hoje em dia, o futuro a Deus pertence...

Beijo-te., meu amor e sinto falta de ti de cada vez que inspiro ar e de cada vez que uma imagem passa diante dos meus olhos. Porque ar e imagens tudo és tu!

Amo-te, minha querida T.