domingo, 7 de fevereiro de 2016
Quero amar-te, quero foder-te, meu amor...
Meu amor, o meu desejo por ti, aliado ao amor que por ti sinto, é o motor que me faz seguir em frente e tu, o farol que me guia. É na tua direcção que caminho, em cada passo que dou, na direcção do teu corpo.
Quero fazer amor contigo, quero beijar a tua boca, acariciar o teu corpo, embebedar-me com o teu perfume, misturar o meu corpo com o teu, até não sermos dois, sermos só um. E quero foder-te, meu amor, quero as tuas maminhas (meu Deus, como anseio por elas, como estarão elas, agora? Lindas, de certeza...) Quero a minha boca nos biquinhos dessas mamas lindas, quero mordê-los, chupá-los... Quero passear a minha língua pela tua barriga, quero descer até ao teu sexo, até à tua coninha e beijá-la, lambê-la toda... E sabes o que mais quero, meu amor? Não te rias: quero meter a tua coninha toda, toda, toda, na minha boca, tê-la toda toda dentro da minha boca e mamá-la, chupá-la, meter a língua dentro dela... Toda, meu amor, toda toda dentro da minha boca, para poder beber todo o mel dela... Anda dentro da minha cabeça a tua cona toda dentro da minha boca e é com este anseio e desejo que me masturbo muitas e muitas vezes na minha cama, enquanto vejo o teu rosto nas fotos que tenho... Os teus olhos, o teu sorriso, a luz que me ilumina...
Quero deitar-me em cima de ti, meu amor, abraçar-te, enterrar o meu caralho todo, devagar, primeiro, dentro da tua coninha e depois, guiado por ti, acelerar, tornar-me eu e tornares-te tu um único redemoinho... meu amor, preciso de te amar, de te foder, de agarrar nas tuas coxas e lambê-las, lamber as tuas nalguinhas e deixar a minha língua tocar naquele "sítio" mais íntimo, assim como se fosse sem querer e sentir e conhecer a tua reacção a esse toque...
Desejo-te tanto, meu amor... Venho-me tantas vezes contigo, normalmente sabes quando isso acontece, não sabes, meu amor? Eu mando-te sinais, embora não tenha agora coragem de sr explícito nesses sinais. Quem sabe tu me dirás para dizer tudo, com todas as palavras, fazer lá uma extensão deste nosso blog...
Quero vir-me dentro de ti e sentir as tuas unhas nas minhas costas, a minha boca na tua e desmaiar em ti... Amo-te, minha querida T e desejo-te tanto quanto te amo...
Quero amar-te, quero foder-te, meu amor...
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Nem sei dizer como e quanto te amo...
Parece irracional, meu amor, este meu amor por ti (oxalá tu tenhas igual amor por mim).
Nem o tempo, nem as condições da vida de cada um de nós fazem esmorecer este amor, faz um de nós afastar-se do outro, ou esquecer o outro!
Amo-te, minha T... Amo-te para lá das coisas que estão à minha volta, para lá daquilo que eu sou e penso. Amo-te como se não houvesse mais ninguém ou, melhor dizendo, amo-te porque tu fazes com que eu não consiga amar mais ninguém...
Amo-te e o desejo é tão intenso e vivo como o amor, sorvo-te a cada golfada de ar que inspiro, bebo-te em cada gota de chuva, alimento contigo o meu desejo de ti, com os teus olhos, o teu sorriso, toda tu.
Amo-te, minha T.
Voltei aqui para te dizer todas as coisas que, afinal, não sei dizer, não sei transmitir-te mas que, espero, tu as saibas e as sintas. Voltei também para partilhar contigo os meus desejos, a nossa cama, a minha tesão, que é ícone do nosso blog. Mas dessa minha parte te contarei depois, espero que a aceites.
Um beijo de quem te ama sem saber dizer quanto nem como, tanto é o quanto, tão indescritível é o como...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Meu amor, que me provocaste...

Deixaste uma foto tua em cima da cama, sabias que eu ia chegar e vê-la, uma foto de ti, recostada no sofá, as maminhas de bicos espetados sob o transparente da tua lingerie, as coxas redondas, morenas, apetitosas, à vista de mim.
Mas foram essas maminhas que são a minha perdição que fez disparar em mim uma tesão indescritível, uma vontade de te amar e de te foder à bruta, de te morder toda, de te fazer gemer.
E foi o que fiz, mal entraste pela porta de casa, despi-te encostada à porta já fechada, puxei-te, nua, para a cama e apertei, chupei, mordi essas maminhas lindas, desculpa, amor, maogoei-te, bem sei, gemeste de dor, mas sei que não te magoei de mais.
E depois, endoidecido pela foto com que me provocaste, como se fosse para te castigar e tu gostaste, chupei-te a coninha toda, bebi-te o mel todo que tinhas dentro de ti, orgasmo atrás de orgasmo para dentro da minha boca, senti-te perdida, mas fui buscar-te, trouxe-te de volta com a minha boca na tua boca, abriste as pernas, levaste o meu caralho para dentro de ti e fodi-te com loucura, bruto como não é habitual ser, mordi-te os ombros, esporrei-me dentro de ti e tu recebeste a minha langonha e cravaste as unhas nas minhas costas, gemeste, por momentos não sei onde estive, não sei quem era, fui a um sítio qualquer que não sei dizer.
Mas sei dizer que te amo, minha T, sei dizer que te amo...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Vem depressa...
Vem depressa, meu amor! Estou à tua espera, no nosso quarto, a lareira já o aqueceu, tenho o vinho tinto de que gostas numa garrafa aberta, a cama só com os lençóis à vista.
Vem depressa, porque anseio por ti, por te foder, todo o dia o desejo de ti, a tesão, me tem consumido, o teu pau, este caralho que se vai enterrar em ti, até me dói, com tanta ânsia de estar em ti.
Vem depressa, meu amor, quero morder esses biquinhos duros e espetados, desafiadores, quero mamar as tuas maminhas redondas, lindas, tão bem feitas que elas são...
Vem depressa, meu amor, quero enterrar a minha boca nessa coninha linda, chupá-la até te vires uma e outra vez e engolir, de ti, todo o mel em que te desfazes...
Vem depressa, meu amor, não te demores, quero-te de quatro na cama, quero ver essas nalguinhas redondas a desafiarem-me e depois, ai, meu amor, vem depressa, por favor, depois quero enterrá-lo nessa coninha apertada, e nela foder com carinho, com tesão, até tu e eu nos virmos numa dança, eu vou ser o mar a desmaiar em cima de ti, tu vais ser a praia que me recebe e me abraças e me levas contigo para onde fores...
Vem depresaa, meu amor, enquanto te escrevo, toco-me, masturbo-me, esfrego o meu caralho com a mão direita, olha esta cabeça vermelha e inchada com a tesão, com o desejo de ti, escorre dela o mel inicial que costumas levar à boca, na ponta dos dedos...
Masturbo-me, toco uma punheta e evito esporrar-me, porque quero dar-te tudo, quero foder-te com toda a ansiedade, com tudo, com tudo...
Vem depressa, meu amor, não vejo a hora de chegares e de te abraçares a mim e de meteres a tua língua na minha boca para eu chupar, vem depressa, meu amor, vem depressa...
Há momentos únicos, e este que estou a viver e a escrever para ti, é um desses...
Marcas-me, tens-me, vem depressa, meu amor e vem foder-me até que a lareira se apague e os cobertores nos tapem... Não quero tomar banho depois, quero dormir assim contigo, com os nossos cheiros misturados, com aquilo que tiver que ser, com a minha esporra na tuas coxas, na tua cona, misturada com o mel que lá estava à espera de mim..
Vem depressa, meu amor, não sei estar mais tempo sem ti... Vem, sim? Não demores, minha T.
Vem depressa, porque anseio por ti, por te foder, todo o dia o desejo de ti, a tesão, me tem consumido, o teu pau, este caralho que se vai enterrar em ti, até me dói, com tanta ânsia de estar em ti.
Vem depressa, meu amor, quero morder esses biquinhos duros e espetados, desafiadores, quero mamar as tuas maminhas redondas, lindas, tão bem feitas que elas são...
Vem depressa, meu amor, quero enterrar a minha boca nessa coninha linda, chupá-la até te vires uma e outra vez e engolir, de ti, todo o mel em que te desfazes...
Vem depressa, meu amor, não te demores, quero-te de quatro na cama, quero ver essas nalguinhas redondas a desafiarem-me e depois, ai, meu amor, vem depressa, por favor, depois quero enterrá-lo nessa coninha apertada, e nela foder com carinho, com tesão, até tu e eu nos virmos numa dança, eu vou ser o mar a desmaiar em cima de ti, tu vais ser a praia que me recebe e me abraças e me levas contigo para onde fores...
Vem depresaa, meu amor, enquanto te escrevo, toco-me, masturbo-me, esfrego o meu caralho com a mão direita, olha esta cabeça vermelha e inchada com a tesão, com o desejo de ti, escorre dela o mel inicial que costumas levar à boca, na ponta dos dedos...
Masturbo-me, toco uma punheta e evito esporrar-me, porque quero dar-te tudo, quero foder-te com toda a ansiedade, com tudo, com tudo...
Vem depressa, meu amor, não vejo a hora de chegares e de te abraçares a mim e de meteres a tua língua na minha boca para eu chupar, vem depressa, meu amor, vem depressa...
Há momentos únicos, e este que estou a viver e a escrever para ti, é um desses...
Marcas-me, tens-me, vem depressa, meu amor e vem foder-me até que a lareira se apague e os cobertores nos tapem... Não quero tomar banho depois, quero dormir assim contigo, com os nossos cheiros misturados, com aquilo que tiver que ser, com a minha esporra na tuas coxas, na tua cona, misturada com o mel que lá estava à espera de mim..
Vem depressa, meu amor, não sei estar mais tempo sem ti... Vem, sim? Não demores, minha T.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Obrigado, meu amor!
Por não me teres deixado partir, por me teres levado contigo para a nossa cama, por me teres amado da maneira como amaste.
Obrigado, meu amor, pelo fervor com que, noite alta, fizemos amor, obrigado pela maneira como te abriste para que eu entrasse em ti, para que o meu caralho doído de tesão, se enterrasse na tua coninha encharcada e nela derramasse toda a esporra acumulada, depois de dias e dias sem te amar.
Obrigado, meu amor, pelas dentadas que me deste nos ombros, pela fúria com que me puxaste para dentro de ti.
A nossa foda foi como um relâmpago que chega de repente, mas nem por isso foi menos linda. Nem todas as nossas fodas têm que ter todos os acepipes, ontem não tivemos vagar senão para nos entregarmos um ao outro, num instante cheio de densidade, de fulgor, de tesão e desejo...
E o desejo continua cá, hoje, estou certo, vamos apreciar cada bocadinho de nós, eu os teus bocadinhos, tu, os meus!
Obrigado, meu amor, por me teres amado dessa maneira única.
Mas obrigado, principalmente, por me amares e por não teres permitido que eu abalasse!
PS: Feliz Dia dos Namorados, meu amor, minha mulher, minha amante, minha namorada!
Obrigado, meu amor, pelo fervor com que, noite alta, fizemos amor, obrigado pela maneira como te abriste para que eu entrasse em ti, para que o meu caralho doído de tesão, se enterrasse na tua coninha encharcada e nela derramasse toda a esporra acumulada, depois de dias e dias sem te amar.
Obrigado, meu amor, pelas dentadas que me deste nos ombros, pela fúria com que me puxaste para dentro de ti.
A nossa foda foi como um relâmpago que chega de repente, mas nem por isso foi menos linda. Nem todas as nossas fodas têm que ter todos os acepipes, ontem não tivemos vagar senão para nos entregarmos um ao outro, num instante cheio de densidade, de fulgor, de tesão e desejo...
E o desejo continua cá, hoje, estou certo, vamos apreciar cada bocadinho de nós, eu os teus bocadinhos, tu, os meus!
Obrigado, meu amor, por me teres amado dessa maneira única.
Mas obrigado, principalmente, por me amares e por não teres permitido que eu abalasse!
PS: Feliz Dia dos Namorados, meu amor, minha mulher, minha amante, minha namorada!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
O quarto...
Voltei para abrir a janela, bem aberta, de par em par. Entra, por ela dentro, este sol primaveril, mas frio, como frio me sinto eu.
Abri a janela para também, por ela, saírem os cheiros que cá deixei, os sons que aqui semeei, os sinais que fui abandonando aqui e ali.
As velas, as fotos, os lençóis, as toalhas, tudo vai para o lixo. Deixo cá, por enquanto deixo cá, os quadros que escrevi, pendurados na parede. Levo comigo, ao sair, a chave da porta. Se aumentar muito a dor de saber que o que escrevi ainda aqui está, voltarei para apagar tudo o que disse. Se o fizer, deixarei a chave em cima da cama nua.
Gostei de toda a gente que por aqui passou...
Abri a janela para também, por ela, saírem os cheiros que cá deixei, os sons que aqui semeei, os sinais que fui abandonando aqui e ali.
As velas, as fotos, os lençóis, as toalhas, tudo vai para o lixo. Deixo cá, por enquanto deixo cá, os quadros que escrevi, pendurados na parede. Levo comigo, ao sair, a chave da porta. Se aumentar muito a dor de saber que o que escrevi ainda aqui está, voltarei para apagar tudo o que disse. Se o fizer, deixarei a chave em cima da cama nua.
Gostei de toda a gente que por aqui passou...
sábado, 26 de dezembro de 2009
Maldades...
Não se cometem maldades assim desse modo que tu cometeste ontem à noite quando, vestida somente com um casaco vermelho de pai natal e um gorro a condizer, entraste no nosso quarto onde eu, concentrado, lia um dos últimos livros que comprei.
Não se entra assim, sem avisar, de casaco vermelho sobre pele morena, não se afasta o livro, não se empurra para trás, ainda que delicadamente, um pobre leitor à hora do serão...
Não se põe depois um joelho de cada lado da cara e não se leva uma coninha encharcada à boca de um pobre e desprevenido mortal e não se lhe pede "Lambe-me toda, faz-me vir, não imaginas a tesão que me deu, assim de repente..."
Não se fazem maldades destas, meu amor!
Não te vens duas vezes na minha boca inquieta, não te desces depois por mim abaixo e não me engoles o caralho entretanto comparsa das tuas maldades, sem que isso me provoque, não um ataque de coração, mas um ataque de tesão, que não é menos imponente, é só menos grave.
E depois que quase me fazeres esporrar na tua boca, depois de te deitares em cima de mim e de me tentares tapar também a mim na exiguidade do casaquinho vermelho, enterraste-te em mim e na fúria que trazias (de onde veio essa assim tão súbita tesão?!) fodeste-me loucamente e fizeste com que, loucamente, nos viéssemos os dois.
Ah! Época de boas comidas, de melhores doces e dessa única e sempre irrepetível foda que tu me dás e que de mim recebes...
Não se entra assim, sem avisar, de casaco vermelho sobre pele morena, não se afasta o livro, não se empurra para trás, ainda que delicadamente, um pobre leitor à hora do serão...
Não se põe depois um joelho de cada lado da cara e não se leva uma coninha encharcada à boca de um pobre e desprevenido mortal e não se lhe pede "Lambe-me toda, faz-me vir, não imaginas a tesão que me deu, assim de repente..."
Não se fazem maldades destas, meu amor!
Não te vens duas vezes na minha boca inquieta, não te desces depois por mim abaixo e não me engoles o caralho entretanto comparsa das tuas maldades, sem que isso me provoque, não um ataque de coração, mas um ataque de tesão, que não é menos imponente, é só menos grave.
E depois que quase me fazeres esporrar na tua boca, depois de te deitares em cima de mim e de me tentares tapar também a mim na exiguidade do casaquinho vermelho, enterraste-te em mim e na fúria que trazias (de onde veio essa assim tão súbita tesão?!) fodeste-me loucamente e fizeste com que, loucamente, nos viéssemos os dois.
Ah! Época de boas comidas, de melhores doces e dessa única e sempre irrepetível foda que tu me dás e que de mim recebes...
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