sábado, 26 de dezembro de 2009

Maldades...

Não se cometem maldades assim desse modo que tu cometeste ontem à noite quando, vestida somente com um casaco vermelho de pai natal e um gorro a condizer, entraste no nosso quarto onde eu, concentrado, lia um dos últimos livros que comprei.

Não se entra assim, sem avisar, de casaco vermelho sobre pele morena, não se afasta o livro, não se empurra para trás, ainda que delicadamente, um pobre leitor à hora do serão...

Não se põe depois um joelho de cada lado da cara e não se leva uma coninha encharcada à boca de um pobre e desprevenido mortal e não se lhe pede "Lambe-me toda, faz-me vir, não imaginas a tesão que me deu, assim de repente..."

Não se fazem maldades destas, meu amor!

Não te vens duas vezes na minha boca inquieta, não te desces depois por mim abaixo e não me engoles o caralho entretanto comparsa das tuas maldades, sem que isso me provoque, não um ataque de coração, mas um ataque de tesão, que não é menos imponente, é só menos grave.

E depois que quase me fazeres esporrar na tua boca, depois de te deitares em cima de mim e de me tentares tapar também a mim na exiguidade do casaquinho vermelho, enterraste-te em mim e na fúria que trazias (de onde veio essa assim tão súbita tesão?!) fodeste-me loucamente e fizeste com que, loucamente, nos viéssemos os dois.

Ah! Época de boas comidas, de melhores doces e dessa única e sempre irrepetível foda que tu me dás e que de mim recebes...

sábado, 28 de novembro de 2009

Pasíon!



Ofereço-me a ti!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Morro de tesão por ti...

Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, quero lambuzar-te essas maminhas que me deixam à beira da loucura quando as chupo, traz o chantilly, vem depressa, quero desenhar um caminho pelo teu ventre abaixo que me leve direitinho à tua coninha e, uma vez lá, quero desenhar nela um lago de cor branca de neve e lambê-la toda até que a sofreguidão me obrigue a pintar o meu caralho também com o branco do chantilly e a deixar que o proves assim. E depois, meu amor, antes que desmaie de tesão e desejo de ti, deixa-me enterrá-lo nessa coninha encharcada de gozo e de tudo e sei que em pouco segundos nos vamos vir um para o outro, naquele momento em que não sabemos onde estamos, desconfio até que, às vezes, desmaiamos de puro êxtase e tesão...

Mas se uns segundos, logo, vão ser suficientes para me esporrar dentro de ti, tudo o que é meu e tudo o que é teu misturados com chantilly, sei que vão ser precisos minutos para voltar não sei bem de onde, para sair de dentro de ti, para que as tuas coxas se abram e desfaçam a tenaz com que me puxas para dentro de ti...

Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, não demores, meu amor, há momentos e desejos que não se podem deixar a voar por aí...

Traz o chantilly e vem para o nosso quarto, não demores, meu amor!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Nua...

Adorei meter-me na cama e sentir-te assim nua! É como eu gosto que me esperes, nua e putinha, gulosa de mim e das nossas fodas.
De modo que não esperei por nada, a minha língua passeou por ti, que saudades desses biquinhos tesos, que saudades de te ouvir gemer enquanto os mordo. Doido de tesão, não pude evitar fazer-te o minete que tanto adoras, senti que te vieste na minha boca e eu fico deliciado quando isso acontece. Lambi-te toda, meti a tua coninha toda dentro da boca e chupei-a, mordi-a, o teu corpo era um arco retesado com a tesão e quando te viestes quase me afogavas, a cabeça entalada nas tuas coxas, o teu mel a correr para a minha boca....

Depois, não tivemos tempo nem paciência para mais nada, puxaste-me para cima de ti, agarraste no meu caralho duro e guiaste-o, tu própria o enterraste na tua coninha completamente aberta e encharcada.

"Fode-me, amor, fode a tua putinha, que não aguento a tesão...", gemeste para dentro de mim, enquanto me mordias a língua e a chupavas, nunca sei como consegues falar e morder-me ao mesmo tempo...

E eu enterrei-me até não sentir mais nada senão o teu corpo, já nem me sentia a mim, quando me esporrei para dentro de ti, violentamente e senti que me recebias, que recebias a minha esporra quente, e sorriste e te vieste e gritaste o meu nome, como sempre fazes quando te vens comigo e para mim...

Adorei meter-me na cama e sentir-te assim nua!

Amo-te!

sábado, 17 de outubro de 2009

Logo à noite...

Logo à noite vou amar-te...

Por isso, meu amor, não venhas tarde. Não sejas a noite, não quero ser, hoje, o gato. Serei antes o lobo que te lambe a pele, que te fará molhar o lençol, como os lobos verdadeiros mancham a neve com os sinais da sua fome. Mancharás o lençol com a marca da minha fome de ti.

Logo à noite vou amar-te, não venhas tarde, não esperes que a lua acene ao sol, como sempre faz, deste lado do céu, para aquele lado ali!

Logo à noite vou amar-te e vou beber, de ti, o vinho doce que me fará depois dormir. Nos teus braços.

Não venhas tarde, vem e ensina-me a desenhar o teu corpo com as danças que só tu sabes dançar para mim.

Logo à noite vou amar-te.

Por isso, meu amor, não venhas tarde...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O sono...

Sabes que não consigo respirar, se estás longe de mim, se o lençol é fronteira, em vez de céu.

Sabes que não consigo respirar, se não sentir, de ti, o perfume do teu corpo dormindo.

Por isso, vira-te e abraça-me, ainda que durmas, num gesto inconsciente, num gesto pedido pelo corpo.

Assim, sabes que respirarei...

Depois, enquanto nos amamos, olha para dentro dos meus olhos e afoga-te neles.

Assim, respirar-te-ei...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ontem..




Quando cheguei ao pé de ti já estavas deitado na nossa cama, não quis acordar-te, ou na verdade quis, mas não de forma que te parecesse demasiado óbvia. Fui entrando de mansinho, mas mexendo os nossos lençóis, roubando-tos..
Sabia que irias acordar. Abraçaste-me..
- Anda amor, descansa em mim..
Eu não queria bem descansar...eu queria mesmo era cansar-me em ti...mas não to disse..mostrei-to.
Com uma mão na tua cara, a outra a encaminhar-se para onde mais desejava..o meu/teu pau.
Comecei a brincar com ele, e tu contorcias-te de olhos fechados e a sorrir, como quem não quer mostrar que está acordado.. mas mesmo que não te mexesses, que não sorrisses, o teu pau apontou na minha direcção, preparado para levar uma sova de paixão, daquelas que tanto gostamos.
A tua respiração ficou ofegante, o teu coração..sentia-o a mil..
Aproximei-me mais de ti , colei-me ao teu corpo..despi-me...virei-me de costas roçando-me em ti..fizemos uma concha perfeita.
- Ai T. que vontade de ti!!!
- Amas-me?
- Amo-te tanto!!
Não tive hipótese de falar mais.
Penetraste-me loucamente, fazendo-me mais que gemer, gritar! Mordia-me, pedia-te por mais..sempre por mais..
Enquanto me penetravas tocavas-me deixando-me fora deste mundo e numa dimensão que por muito que queira descrever, não consigo..nunca consigo!
- Minha putinha, pede-me que te foda!!
-Fode-me!!!! Fode-me toda!!
Viemo-nos ao mesmo tempo..numa paixão e cansaço que não acontece sempre!

Meu amor, tu fodes como ninguém...e eu amo-te infinitamente!