sábado, 27 de junho de 2009

Gosto de te ver...


Sim, meu amor... Gosto de te ver assim, quando te masturbas na nossa cama, para mim e eu, sentado na cadeira, te observo como quem vê um quadro num museu, como quem ouve uma sinfonia em silêncio, como quem lê um livro e só o som das páginas a virar está presente.
Sim, meu amor, gosto de te ver assim quando te masturbas para mim, as mãos abarcando os seios, essas maminhas que para mim são as minhas meninas, gosto de te ver quando apertas entre os dedos os mamilos erectos e duros, pequenas setas apontadas ao meu desejo...
Sim, meu amor, gosto de te ver assim quando te masturbas para mim, o pescoço oferecido aos meus olhos quando, em êxtase, atiras a cabeça para trás e chamas por mim, quando os teus dedos descobrem novos prazeres lá onde eu também os descubro, sim, meu amor, gosto de te ver assim, quando os orgasmos sucessivos te obrigam a gritar o meu nome, te obrigam a chamar a por mim e eu vou, e eu vou, sempre irei, meu amor, nunca deixarei de estar contigo.

Sim, meu amor, gosto de te ver assim, quando te masturbas para mim, quando fazes de mim o único espectador de um espectáculo único, quando me aproximo de ti sou um privilegiado, e quando te amo e em ti me desfaço em ondas de prazer, feito mar, e de ti recebo as fúrias dos ventos, sim, meu amor, gosto de te ver assim, quando te masturbas para mim, no sossego do nosso quarto...

domingo, 21 de junho de 2009

Há duas horas atrás..


...estava a foder-te..
Acordámos cedo, tínhamos planeado tudo e mais alguma coisa menos aquilo que acabámos por decidir fazer, fomos para a piscina, gostamos os dois de nadar, fazemos piscinas como peixes no mar..é difícil cansarmo-nos.
Teríamos ficado a manhã toda, não me tivesses tu provocado..
Tu: Esse biquíni é só para usares na minha presença, percebeste?
Eu: Contigo não preciso do biquíni..
Viste-me desapertar a parte de cima do biquíni, os teus olhos verdes confundiram-se com as cores do Verão tatuadas na piscina : o que estás a fazer? - perguntaste-me..
Entreguei-me num mergulho , desde um lado da piscina até ti.. Do outro lado , onde me esperavas, e tinhas pé..estendeste os braços e recebeste-me no meu "vir ao de cima"... beijaste-me desmesuradamente, dançaste comigo no teu colo, entrelaçada em ti.
Enquanto me beijavas o pescoço e eu fazia uma trança no meu cabelo, sinto a tua mão esquerda entrar pela parte de baixo do meu biquíni, apalpando-me e sem qualquer dificuldade atingir-me a fonte de prazer, a minha/tua coninha..arrepiei-me...vibrei, sentiste-me..
Beijei-te, beijaste as maminhas, brincaste com tudo o que podias brincar na água, eu senti-me rendida, tua, completamente tua..e louca.
Eu: anda, vamos subir, fazemos aqui.. (apontei para a beira da piscina)
Tu nao disseste nada....ajudaste-me a subir..e beijaste-me o corpo a cada degrau que subi..
Tirei a parte de baixo, tiraste os calções de banho...deitaste-te sobre mim... fodeste-me num desejo adolescente, perdidos num calor e arrepios que não se conseguem descrever..facilmente me vim..disse-to, gritei-to!
Pedi-te para que tu não te viesses assim, que mais uma vez me deixasses chupar o teu/meu pau e te esporrasses na minha boca, mas quando me ouviste gritar, gemer, chamar por ti enquanto me vinha, não aguentaste e em pedidos de desculpa sucessivos intecalavas com : TOMAAAAA! TOMA PUTINHAAAA...AI AMOR AI..!TOMAAA!
Morremos os 2...tu em cima de mim...beijei-te..lambi-te...chupei tudo o que era meu, engoli o que nao tinha ficado dentro de mim.
Depois disse-te: vou tomar banho..
Disseste-me : ainda fico aqui, vou depois...
"Amo-te!" disse-te já em pé...e a sorrir-te!
"Para sempre minha mulher"..


E o calor continua...e o dia também... e nós que gostamos tanto de vir passar os fins de semana no Alentejo, escolhemos sempre o Verão porquê? É pra morrermos vezes sucessivas com este calor , com esta tesão...!

domingo, 14 de junho de 2009

Chupa-me todo, sim...


Anda, meu amor... Chupa-me todo, chupa-me o teu pau, o teu caralho que anseia pela tua boca, mama-o todo, vês que estou aqui sentado, à tua espera, ajoelha-te no chão e mete-o na boca...

É teu, mama-o, morde-o, bate-lhe uma punheta com essas mamas lindas e depois, meu amor, depois, quando eu não resistir e tu quiseres, mete-o na boca outra vez, chupa-o todo, com força e recebe, na tua boca gulosa, a minha esporra quente que tanto gostas de engolir, não percas uma só gota dela, como nunca perdes...
Chupa-me todo, sim, como tu gostas e eu gosto, como tu precisas e eu preciso!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Apeteces-me!


Ai que vontade louca de to chupar todo!!!!
AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!
Vou tomar já um banho frio que tu agora não podes..!!
E se te digo, já nem descansas!!!
Logo trato-te da saúde...
Apeteces-me!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Na cozinha


O S. já não trabalha na nossa cidade, foi trabalhar para mais longe, está mais cansado, mais ausente, mas nem por isso nos afastámos, pelo menos até agora...Mas a verdade é que os nossos horários são quase incompatíveis, o que nos faz apreciar especialmente aqueles momentos em que estamos juntos.. à noite, ao fim de semana..
Hoje vem a tempo de jantar (espero eu), vou mandar-lhe uma mensagem para o telemóvel a dizer :

Hoje cozinho ou cuzinho?


ps: parece-vos bem a proposta?:)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ai, meu amor...

Há tanto tempo já, há uma eternidade já, porque há dias que são eternidades, que não nos amávamos... Havia este desejo de ti em mim, havia em ti o desejo de mim, ambos se complementam, nenhum tem razão de ser sem o outro...
E na noite passada, demos vazão a este nosso desejo, à tesão que nos inundava há demasiados dias, há dias que são eternidades!
Foste tu quem, em boa hora, me desafiou quando, ao fim do dia me disseste que me me querias amar, "logo à noite". Só sorri, talvez com ar de guloso, mas isso não pude ver.
E foi nesse "logo à noite" que me pegaste na mão e me levaste para o quarto, te despiste a pouco e pouco, ao mesmo tempo que, a pouco e pouco, me despias, como se jogasses com peças de xadrez, troco esta por aquela, o lance agora é este, defende-te se puderes, dizias com os olhos, mas eu não me defendi.
E depois, nus, beijaste-me o corpo todo, a tua língua, sem pudor, apoderou-se de mim, a tua boca apoderou-se do meu caralho, que mamaste por uns momentos, pedi-te que não insistisses muito, a tesão era de mais, mas meteste-o todo na boca, devagar, com movimentos lentos, chupaste-o, lambeste-o e eu... eu morria de desejo em cada simples movimento da tua língua, da tua mão!
Pedi-te as maminhas, as saudades delas eram mais que muitas, deste-mas na boca com as tuas mãos, mamei-as, mordi-as, lambi-as e, oh! tesão das tesões, levaste a tua língua a juntar-se à minha nesse gesto de as lamber e as nossas línguas tocavam-se e depois juntaram-se dentro da minha boca, dentro da tua boca.
Pedi-te e ajoelhaste-te por cima da minha cara, o teu grelo inchado e vermelho, desafiador, direito à minha boca e eu chupei-o, mordi-o, louco, louco de desejo, agora já era a tua coninha toda dentro da minha boca. Meti dentro dela os dedos que depois levei à minha e à tua boca para serem chupados, molhei-te o cuzinho com eles e aí, nesse momento em que os meus dedos passavam pelo teu cuzinho lindo e o pressionava, disparaste numa loucura de tesão, saíste de cima de mim puseste-te de gatas e disseste-me "Fode-me depressa, meu amor, fode-me à bruta, não posso mais..." e eu deixei que a tua mão levasse o caralho que é teu para dentro da coninha encharcada nesse mel delicioso, nela me enterrei, suspirei, finalmente dentro de ti...
Voltei a passar os dedos pelo teu cuzinho, tu tiveste dentro de ti outra tempestade qualquer, tiraste-me o caralho de dentro de ti e disseste-me "Enraba-me... Amor, enraba-me à bruta, preciso dele nesse cu..." e eu meti-lhe a cabecinha lá dentro, perguntei se doía, tu disseste "Não quero saber se dói ou não, enraba-me já, enterra-te todo, foda-se, que tesão..." e eu enterrei o meu caralho todo dentro do teu cuzinho apertado e com esse gesto enterrei-me a mim todo dentro de ti, a alma, o desejo, eu, só havia eu e tu, mais nada, os teus gritos de gozo e paixão, o tempo foi todo, o tempo não foi nenhum, fodemos assim à bruta, viemo-nos nuns segundos que foram uma eternidade, tal a intensidade do desejo que nos era comum... Esporrei-me com uma violência inusitada, fruto da falta de ti, tu vieste-te na mão, não sei bem como foi, nem vi, só senti, só adivinhei, há coisas que mesmo que não se vejam, sabem-se!
"Morri... Eu acho que morri...", disseste tu numa voz rouca, apaixonada!
Caíste por baixo de mim, caí por cima de ti, é assim que se morre depois do desejo saciado... Um tempo de acalmar a respiração e como sempre, como sempre, quando tirei com cuidado o meu caralho de dentro do teu cuzinho que adoro, disseste-me "Espera, não te vás embora, sabes que não quero perder nada do que é meu...", eu percebi, sei sempre o que queres, pegaste no meu/teu pau e meteste-o na boca e nem um nadinha de esporra lá ficou, é toda tua, ficaste com ela toda...
Um beijo da tua boca na minha, a tua saliva a escorrer para a minha boca (adoro que me faças isso) um abraço e ficámos assim deitados, por outra vez, também ontem à noite não fomos tomar banho, ficámos com os cheiros dos nossos corpos, não há perfume que se iguale ao cheiro de ti depois de fazermos amor. Um dia, um dia qualquer, hei-de pedir a quem saiba que me diga de onde vem esse teu cheiro, onde fica, em ti, a nascente dele, se é no corpo, se é na alma...
Adormecemos, tu sorrias, eu só sabia, aliás só sei olhar para ti e ver-te adormecer nos meus braços!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Peace and love...

Foto: Carlos Hauck
I was thinking and ... I really don´t care!!