
Deitei-me antes dela, fui para a cama sozinho, deixei o meu amor na sala, em lágrimas, mas não podia dar-lhe mais atenção, ela empurrou-me para longe. Estava angustiado, os soluços dela chegavam a mim, mas eu tinha que a deixar no seu espaço, tinha que deixar que fosse ela a compreender tudo, a aceitar tudo, ou ao menos a dar-se tempo a si própria de tudo vir a compreender, a pouco e pouco.
Mas ela chegou, puxei o lençol para o lado, abri os braços, ela deitou-se aninhada em mim, abraçou-me, a cabeça no meu peito, as lágrimas ainda na face. Não resisti, não consegui continuar a fazer de conta que estava zangado! Impossível, com o calor do corpo dela encostado ao meu, as mamas sob a camisa de dormir encostadas a mim e a respiração dela no meu peito.
Puxei-lhe o rosto para mim e beijei-o vezes sem conta, limpei-lhe as lágrimas com beijos, enquanto a minha mão se passeava já pelas mamas dela, rijas, porque o desejo nela irrompeu assim que se deitou ao meu lado. Apertei-as, rodei os biquinhos grandes e tesos entre os dedos, ela retesou-se com volúpia! Beijei-a na boca, as nossas línguas perderam-se, chuparam-se, mamaram-se. Baixei-me e mamei-lhe as maminhas lindas, mordi-lhe os mamilos tesos. Acariciei-lhe o ventre, brinquei no umbigo dela e a mão dela desceu até ao meu caralho e ficou lá a brincar com ele. Já estávamos perdidos, desci mais por ela abaixo, beijei-lhe a coninha, ela abriu as pernas todas, enterrei a língua por dentro dela, bebia-a toda, veio-se na minha boca.
Suspirou e disse
"Dá-mo, amor, é meu" e foi lamber o pau que é dela, o caralho inchado de tesão, lambeu, chupou, mordeu, fez o que quis e pediu-me desculpa mesmo com ele na boca. Derreti-me todo, puxei-a para mim, beijei-lhe a boca com doçura e foi na boca dela que pousei as palavras
"Nunca me peças desculpa por nada, amo-te" e ela veio para cima de mim, enterrou-se em mim, fodeu-me com uma tesão igual à minha. Dançou em cima de mim, rebolou-se com todo o desejo do mundo, aproveitei a ocasião como o ladrão e abusei das mamas dela, penduradas por cima de mim, espetadas, os bicos apontados à minha boca, nem um bocadinho os deixei em sossego. As minhas mãos deram a volta ao mundo nas nalguinhas redondas e morenas que ela tem e que são minhas...
Depois, saiu de cima de mim, deitou-se ao meu lado e disse-me, a voz cheia de mimo
"Amor, hoje quero que te venhas nas minhas, nas tuas mamas, andam com fome de ti, do teu leitinho, esporra-te nelas, meu amor" e eu levantei-me, uma perna de cada lado dela, ajoelhado por cima dela, agarrei no caralho que nada mais pode fazer senão esporrar-se violentamente para cima das maminhas mais lindas do mundo. Golfadas de leitinho quente que ela espalhou pelas mamas e pelo ventre, levou à boca dois dedos molhados de mim, depois agarrou-me no pau, soergueu a cabeça, disse
"Dá-mo, é meu", meteu-o na boca e lambeu tudo, o resto do tudo, mamou até se saciar, os olhos fechados, uma mão à volta dele, a outra a acariciar-me os tomatinhos, agora despejados do leitinho dela.
Deitei-me ao lado dela e disse-lhe,
"Agora temos que tomar outro banho, não há água nem gás que resista nesta casa", tu riste-te com a graça que não esperavas, riste-te com gosto e eu com gosto te acompanhei no rir.
Demos as mãos e fomos para a banheira! Pé ante pé, como quem espera encontrar, do outro lado da porta, alguma coisa com que não conte!