segunda-feira, 6 de abril de 2009

Não podia demorar

Claro que o mais logo não podia demorar. Com a tesão com que fiquei depois do minete que te fiz, depois de saborear essa coninha, como podia demorar?!
Ias a sair do escritório, depressa te alcancei, agarrei-te pela cintura, apertei-te contra mim e levei-te para a secretária, levantei-te, foste no ar, eu estava furioso com a tesão, tal era ela.
Pus-te de bruços na secretária, tirei-te as calças e as cuequinhas, despiste a blusa, afastei-te as pernas com gestos bruscos, (mas cheios de amor), peguei no meu caralho teso e duro, enterrei-o na tua coninha ainda toda molhada do minete que lhe tinha feito e fodi-te à canzana, doido de tesão. Dei-te duas palmadinhas nas nalguinhas redondas, tu atiravas o cuzinho contra mim, esporrei-me depressa, a tesão era de mais. Esporrei-me na tua coninha, enchi-a do meu néctar e, como sempre, assim que saí de ti, atiraste-te ao teu pau e chupaste-o todo, não perdeste nem uma gota da esporra que é tua.
Meu amor, é tão bom quando estes fins de semana são assim! Que fodas boas que demos!
Depois foste mesmo embora e eu continuei a ler.
Ouvi-te a cantar do outro lado da porta! E eu sorri.

Um fim-de-semana daqueles!




Há muito tempo que não tínhamos um fim de semana tão completo. Passámo-lo quase todo a foder! Eu estava especialmente erótica, sexualmente activa, o S. estava no auge do seu atrevimento. Não consigo contar tudo o que fizemos, mas posso-vos dizer que o meu amor encheu-me de muito prazer e eu fiz de tudo para que ele se sentisse satisfeito! Fodemos tantas vezes, acho que nem no inicio da nossa relação assim foi. Rapidinhas maravilhosas: na cozinha, na sala de estar (eu disse-te que aquele sofá era essencial para a nossa sala, não disse? Tu pensavas que era apenas o meu capricho decorativo e consumista...mas não era amor, era já a contar com as belissimas fodas que me havias de dar nele!). Hoje, não te acordei como ontem (adoro beijar-lhe o caralho de manhã pra lhe dar os bons dias ao fim de semana), quis que descansasse bem!


Almoçamos os 2, à tarde foi para o escritório ler e ouvir musica, e não gosto de o perturbar nessa altura (mas foi por uma boa razão). Entrei com cara de quem quer festa, e ele que me conhece como ninguém :
- Ai, mas já vens a querer outra vez?
- Tu nao queres, preferes ler o Saramago pela milésima vez? (Detesto Saramago..ele gosta..)
- Senta-te lá aqui, para termos uma conversinha amor!


Sentei-me no colo dele, pôs-me logo a mão na coninha, e começou a brincar com ela..
Continuou a falar enquanto me tocava:
- Tu sabes que nao gosto nada que me interrompam quando estou aqui, não sabes? És mázinha para mim, agora vou ter que te foder toda!! (isto com a voz sedutora dele..)


Fiquei logo encharcadinha. Pediu-me:
- Levanta-te lá e abre as pernas..deixa-me ver-te pingar!
(por mim ele nem precisava ter feito mais nada, o pedido dele excitou-me desmesuradamente! )
Levantei-me, despi as calças e as cuecas , ele ficou sentado só a brincar com a minha coninha...deu pequenas palmadinhas, roçou os dedos nas virilhas e nos lábios...com as 2 maõs explorou-me, pôs 2 dedos dentro..fodeu-me assim, tirou os dedos e eu pinguei como ele queria...
Ajoelhou-se...eu tremia, lambeu-me toda..vim-me a chamar por ele, vim-me tanto..na boca dele!
- Tu fodes-me tao bem... - disse-lhe!


Beijei-o apaixonadamente! Ele disse:
- Agora que já estás satisfeita, deixa-me continuar a ler amor, cuidas de mim mais logo!


O mais logo não demorou assim tanto tempo, mas deixo que seja ele a contar, se ele quiser..
Não há nada melhor que um Homem que nos dê prazer quando queremos, e ele abdique de outros prazeres para nos satisfazer, e a puta de tesão que isto me dá..
E a puta de tesão que estou a sentir só de me lembrar, foda-se!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Cheguei a casa


Cheguei a casa cansado, ou antes, irritado, coisas de trabalho que nem sempre ficam à porta.
Entrei e não ouvi nada, pensei que não estivesses em casa, ia preparar-me para um duche e depois uma bebida qualquer enquanto te esperava.
Mas ao passar pela porta da sala vi-te! Deitada no sofá, uma camisa entreaberta, as cuequinhas vestidas, um braço dobrado por baixo da cabeça, o outro estendido ao longo do corpo, os olhos fechados. O redondo das tuas mamas espreitou-me por dentro da camisa, estavam nuas. De repente, senti uma erecção estonteante! Eras um retrato, eras uma pintura, eras uma deusa assim deitada. Fiquei indeciso! Estarias mesmo a descansar?! Precisarias de estar assim, sozinha?! Não me perguntei mais, respondi a mim próprio que não e dirigi-me a ti. Despi-me enquanto caminhei e deitei-me nu, em cima de ti. Sem tomar banho, mas sei que gostas do cheiro do meu corpo. O hábito da minha presença fez com que não te assustasses. O teu braço desalinhou-se do corpo e abraçou-me. "Estás bem, meu amor?", perguntei-te e tu, sem nada dizeres, disseste que sim! "Perdoa-me, não resisto" e tu abriste um pouco as pernas, depois abraçaste-me com elas, suave abraço de coxas quentes, procuraste a minha boca com a tua e eu introduzi o meu caralho na tua coninha já despida. Deixei-me ficar sossegado, deixaste-te ficar quieta. Só abraçados, eu dentro de ti.
Depois, porque os corpos assim o decidiram, dancei devagarinho em cima de ti, acompanhaste-me todos os passos da dança e, sem movimentos desenfreados, sem gritos, sem ansiedades, numa dança de veludo, esporrei-me dentro de ti, recebeste-me com a pressão dos teus braços à volta do meu corpo, a tua boca sem deixar a minha, o teu corpo retesado contra o meu, só a respiração se acelerou um pouco, a minha e a tua..
"Perdoa-me, meu amor, não resisti quando te vi assim, tão bela, tão tranquila, tão serena" e tu disseste-me "Ai de ti se resistisses!", "Posso ir tomar banho?" perguntei-te, "Deves!" respondeste tu e pediste-me, "Traz-me primeiro um copo meio de vinho tinto dessa garrafa que está em cima da mesa", "Sim, meu amor, volto já com o teu vinho, vou ser Baco para ti, por um momento, alguma vez havia de ser um deus, calha hoje", sorriste e depois o tempo passou e a hora de jantar chegou.
Perguntaste-me então, já tinha chegado o tempo da fruta, "Que foi que se passou? Bem vi que não vinhas bem!", "Como foi que viste, de olhos fechados?", "Já te vejo sem precisar de te olhar!" e fiquei comovido!

Fodemos, doidos (parte II)




A noite não acabou ali, depois de todos aqueles grandes momentos, que tenho a certeza que jamais esquecerei, fomos de mãos entrelaçadas até à nossa casa de banho..escolhemos o chuveiro em vez da banheira. Estavamos exaustos, e nao queríamos nada de muito demorado, apenas refrescarmo-nos e ficarmos próximos debaixo de água..



O S. gosta de preparar a temperatura da água, e coloca tudo o que precisamos a jeito..pôs-me debaixo de água e olhou-me alguns segundos "Ele continua a querer-te!" Eu sorri, eu que tanto queria o caralho dele...o meu, que ele é meu! Ainda muito sensível, pedi-lhe que viesse para perto de mim..



Acendeu uma vela de cheiro vermelha (que comprei eu há uns dias, a indicação era de que seria uma vela para momentos de paixão e desejo sexual), apagou a luz.
Entrou no banho. Lavou o meu corpo com uma essência magnifica, um gel de banho relaxante,com especial atenção às maminhas que ele tanto ama,e beijava-me o pescoço..a boca desalmadamente..



Eu comecei a lavar o corpo lindo dele, ao mesmo tempo que ele me esfregava o caralho na coninha...entrei em transe de repente..a verdade é que me perdi a meio do duche. Sabem aquela sensação de sentir um musculo com vontade própria, era como ele estava, senti-o inquieto a bater-me na coninha..como quem bate à nossa porta com muita urgência!



Enlouqueci...



Encostou-me à parede do chuveiro, prendeu com as mãos dele as minhas..e ordenou-me: põe-te a jeito!! Preciso foder-te outra vez!


És tão ditador...gosto tanto que o sejas!


Abri as pernas, levantei o cuzinho, largaste as minhas mãos, agarraste-me as mamas com uma mão, da outra mão puseste dois dedos na minha coninha enquanto roçavas a tua barba (que eu amo) nas minhas costas...eu sentia-me explodir de prazer. Foi a minha vez de te ordenar : dá-me com ele! Dá-mo todo! Meteste-mo na coninha, levaste-me a um orgasmo quase tao intenso como o anterior (o primeiro é sempre melhor),e disseste-me ao ouvido : é assim que tu gostas não é? (nem sei como te ouvi...sei que não te respondi).


Virei-me para ti encostada à parede,com o meu sorriso mais sedutor disse-te : bate uma punheta para mim..a olhar para mim! Nao hesistaste...mordias os labios...violentamente bateste a punheta que eu pedi (até pensei que demorasse mais tempo..mas tal nao era o tesão!). Mal te começaste a esporrar, pus-me de joelhos ,levei o teu caralho à minha boca para que te viesses nela (muito menos...mas tão bom!). Fiquei com os lábios todos brancos, lambi-me toda...hummm como é maravilhoso o teu leitinho..!Lavaste-me outra vez e eu a ti..com muitos mimos e beijinhos à mistura.. Saímos do banho, limpámo-nos um ao outro, levaste-me ao colo para a nossa cama..deitei-me no teu peito..


Disse: Amo-te!
Disse-lhe: Amo-te muito!
Adormecemos...reconciliadissimos!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Fodemos, doidos!


Deitei-me antes dela, fui para a cama sozinho, deixei o meu amor na sala, em lágrimas, mas não podia dar-lhe mais atenção, ela empurrou-me para longe. Estava angustiado, os soluços dela chegavam a mim, mas eu tinha que a deixar no seu espaço, tinha que deixar que fosse ela a compreender tudo, a aceitar tudo, ou ao menos a dar-se tempo a si própria de tudo vir a compreender, a pouco e pouco.
Mas ela chegou, puxei o lençol para o lado, abri os braços, ela deitou-se aninhada em mim, abraçou-me, a cabeça no meu peito, as lágrimas ainda na face. Não resisti, não consegui continuar a fazer de conta que estava zangado! Impossível, com o calor do corpo dela encostado ao meu, as mamas sob a camisa de dormir encostadas a mim e a respiração dela no meu peito.
Puxei-lhe o rosto para mim e beijei-o vezes sem conta, limpei-lhe as lágrimas com beijos, enquanto a minha mão se passeava já pelas mamas dela, rijas, porque o desejo nela irrompeu assim que se deitou ao meu lado. Apertei-as, rodei os biquinhos grandes e tesos entre os dedos, ela retesou-se com volúpia! Beijei-a na boca, as nossas línguas perderam-se, chuparam-se, mamaram-se. Baixei-me e mamei-lhe as maminhas lindas, mordi-lhe os mamilos tesos. Acariciei-lhe o ventre, brinquei no umbigo dela e a mão dela desceu até ao meu caralho e ficou lá a brincar com ele. Já estávamos perdidos, desci mais por ela abaixo, beijei-lhe a coninha, ela abriu as pernas todas, enterrei a língua por dentro dela, bebia-a toda, veio-se na minha boca.
Suspirou e disse "Dá-mo, amor, é meu" e foi lamber o pau que é dela, o caralho inchado de tesão, lambeu, chupou, mordeu, fez o que quis e pediu-me desculpa mesmo com ele na boca. Derreti-me todo, puxei-a para mim, beijei-lhe a boca com doçura e foi na boca dela que pousei as palavras "Nunca me peças desculpa por nada, amo-te" e ela veio para cima de mim, enterrou-se em mim, fodeu-me com uma tesão igual à minha. Dançou em cima de mim, rebolou-se com todo o desejo do mundo, aproveitei a ocasião como o ladrão e abusei das mamas dela, penduradas por cima de mim, espetadas, os bicos apontados à minha boca, nem um bocadinho os deixei em sossego. As minhas mãos deram a volta ao mundo nas nalguinhas redondas e morenas que ela tem e que são minhas...
Depois, saiu de cima de mim, deitou-se ao meu lado e disse-me, a voz cheia de mimo "Amor, hoje quero que te venhas nas minhas, nas tuas mamas, andam com fome de ti, do teu leitinho, esporra-te nelas, meu amor" e eu levantei-me, uma perna de cada lado dela, ajoelhado por cima dela, agarrei no caralho que nada mais pode fazer senão esporrar-se violentamente para cima das maminhas mais lindas do mundo. Golfadas de leitinho quente que ela espalhou pelas mamas e pelo ventre, levou à boca dois dedos molhados de mim, depois agarrou-me no pau, soergueu a cabeça, disse "Dá-mo, é meu", meteu-o na boca e lambeu tudo, o resto do tudo, mamou até se saciar, os olhos fechados, uma mão à volta dele, a outra a acariciar-me os tomatinhos, agora despejados do leitinho dela.
Deitei-me ao lado dela e disse-lhe, "Agora temos que tomar outro banho, não há água nem gás que resista nesta casa", tu riste-te com a graça que não esperavas, riste-te com gosto e eu com gosto te acompanhei no rir.
Demos as mãos e fomos para a banheira! Pé ante pé, como quem espera encontrar, do outro lado da porta, alguma coisa com que não conte!

Fim!













Não se assustem, não é o fim do blog, do nosso quarto..é fim das minhas perguntas.
Depois de muitas palavras duras, de coisas que nao queriamos dizer, de lagrimas, de dores imensas... já está!
Nas relações temos todos que ceder não é?
Há sempre dois caminhos. Continuar e desistir! Quem me conhece, sabe que apesar de muito frágil por fora tenho uma força parva quando quero mesmo algo..decidi continuar em frente! Chega de perguntas, de duvidas!
Confesso que não cheguei lá sozinha, que a vossa ajuda foi essencial,agradeço-vos o mimo todo, os alertas ,as palavras!
Mas tenho que agradecer a ajuda fulcral do meu homem! Dos meus olhos verdes alentejanos..do "abano" surreal que me deu, quando me mostrou que perdê-lo pode ser bem mais doloroso que viver insegura!
Com o tempo, vou lá chegar e entender tudo na plenitude, sem precisar questionar.
Desculpa o que te fiz sofrer..sei que me queres ajudar e estar ao meu lado para sempre...
Estou mesmo cansada..estas discussões..cansam mesmo. Vou já já já deitar-me com ele e abraça-lo como se o amanhã não existisse!
Se bem que existirá...mas será bem melhor que o hoje!
Obrigada amigos! :)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Queridas amigas



No post abaixo, a minha T, que tanto amo, pede "ajuda" para me fazer ver a mim que há perguntas que têm que ser respondidas.
Eis o meu ponto de vista.
Vamos supor que há um homem que tem um caso durante uns anos e que esse caso já acabou.
Encontra outra mulher. Diz-lhe desse caso, dá-lhe alguns pormenores, mas o caso já não existe. No entanto, esta mulher que ele tanto ama, persiste em querer fazer perguntas que ele nem imagina quais são: o caso que se passou é igual a milhares deles - nasceu, viveu e morreu.
Digam-me então: que mais pode querer perguntar a mulher que ele ama? Não acham que ela só está a fazer mal a si própria e, por tabela, mal ao homem que adora? Ela sabe do caso, sabe que acabou, que mais há para saber? Pormenores? Acho que não, não são pormenores que ela quer saber, com certeza. Mas não imagino o que seja. Imagino é que, seja o que for, só vai fazer-lhe mal a ela e a mim.
Digam-me, queridas amigas, não acham melhor ela não "meter" ninguém no meio de nós e partir comigo para sempre? (Estamos juntos, mas precisamos de nos ver livres desta inquietação, ela porque sim, eu por causa dela e do seu bem estar).
Querida T, vem para os meus braços e ama-me, deixa-me amar-te, vamos fazer desta noite uma daquelas noites que nos levam à loucura. Depois, se isso acontecer, tu contas aqui o que se passou, eu deixo o meu relato depois do teu.
Anda e abraça-me, vem..